domingo, 1 de agosto de 2010

Instrospecção.

E eu quero algo que vá além do que estamos acostumados, algo que atinja todos os limites ainda não atingidos. Quero que os sonhos mais loucos sejam os meus e que tudo que fuja aos padrões comportamentais pertença a mim. Quero ser a rebelde e quero ser a estranha.
Quero falar, discutir, quero lutar, quero dançar no meio da guerra, quero cantar quando houver silêncio. Quero o absurdo e o improvável. Quero me calar quando todos falarem e quero amar acima de tudo.
Quero ter grandes projetos, quero ser bem-sucedida no que fizer, quero dar risada quando não puder e quero persistir quando tudo der errado. Quero quebrar a monotonia, quero me impor, quero sonhar.
Quero ser a diferente no meio dos iguais e a louca no meio dos metodológicos e ritualistas. Quero fazer história, quero ficar marcada. Porque nenhum grande nome seja na história, na moda ou na música que permaneceu por ser bom, foi o contrário disso.


[almejando o revolucionário!]


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